"Onde quer que um homem sonhe, profetize ou poetize, outro se ergue para interpretar" - Paul Ricoeur, Da Interpretação.

12 de nov de 2011

CAUSO MEU


O rabisco na quina de um bloco de rascunho, lá pelos idos de 2005, diz que sentia um quê de sei lá o quê que encantava os olho e fazia sentir no estômago o borboletear esquisito dessas coisa esquisita que a gente sente bem de vez em quando... eu bem mais de vez em vez em quando.

Rolô tempo ziguezagueando nesses rumo que a gente não sabe se tá indo ou voltando, e as borboleta se agitando naquele mesmo lugar, só que daí cheias de cor, decor, de corda toda enozada no que agora tem corpo.